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Sistema balanceia alimentação de matrizes suínas
Publicado em 02/09/2019

O campo observa a chegada de tecnologias que buscam otimizar o potencial genético e propiciar bem-estar animal. São ferramentas que contribuem para profissionalizar a gestão das propriedades rurais. Um desses casos existe na localidade de Linha Capivara, município de Teutônia, onde está instalada granja que faz parte do sistema de integração de suínos da Cooperativa Languiru.

Por vontade própria, fêmeas acessam estações eletrônicas de alimentação, onde recebem porções apropriadas (Fotos: Éderson Moisés Käfer)

O suinocultor César Gustavo Wilsmann (30), administra uma moderna Unidade Produtora de Leitões (UPL), local que aloja em torno de mil matrizes suínas. A estrutura da granja respeita normas europeias de controle de temperatura e ambiência. As fêmeas ficam soltas em baias com liberdade para se locomover ou descansar. Para melhorar o sistema da alimentação das matrizes, visando reduzir desperdícios de ração, Wilsmann instalou sistema de monitoramento de animais em 2017.

 

Alimentação por sistema eletrônico

 

O controle de alimentação das matrizes na gestação é feito por meio de uma estação de alimentação eletrônica controlada por software instalado no computador da granja. A identificação e a coleta de dados de alimentação da matriz são feitos por um chip instalado na orelha direita do animal. A composição da dieta é individual, ou seja, cada animal recebe ração conforme detectado pelo chip na estação eletrônica de alimentação (Eletronic Saw Feeding – ESF). “Conseguimos acompanhar o escore corporal das matrizes e valorizar o padrão genético”, destaca Wilsmann.

Software instalado na granja possibilita monitorar o comportamento de cada animal

As fêmeas podem se alimentar a qualquer hora do dia, sendo que cada estação é capaz de alimentar até 75 animais. O sistema fornece um histórico do consumo de ração e pode acusar eventuais desequilíbrios nutricionais. Inclusive, o sistema identifica se a fêmea está em cio e informa sobre o estágio de uma eventual gestação. “O controle minucioso da alimentação proporciona o bem-estar dos animais”, conclui Wilsmann.

 

 

 

TEXTO – Éderson Moisés Käfer e Leandro Augusto Hamester

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