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Líderes de núcleo participam de primeira reunião de 2018

29/01/2018

No dia 25 de janeiro ocorreu a primeira reunião de líderes de núcleo da Languiru em 2018. Em pauta, assuntos relacionados à Assembleia Geral Extraordinária (AGE), realizada no dia 09 de janeiro, e à Assembleia Geral Ordinária (AGO), prevista para o início do mês de fevereiro.

O encontro, realizado na sala de reuniões da Associação dos Funcionários da Languiru, reuniu representantes dos 57 núcleos da cooperativa, distribuídos nos municípios da área de atuação e com integrantes do quadro social. A reunião foi coordenada pelo presidente Dirceu Bayer e ainda contou com a presença da gerente executiva de controladoria Carla Gregory, do diretor administrativo Euclides Andrade, da advogada Renata Ribeiro Madalosso Rosa, da secretária executiva Rosemeri Bergmann Krämer, de representantes do Conselho de Administração e de integrantes da Comissão Eleitoral.

Presidente Dirceu Bayer conduziu primeira reunião de líderes de núcleo no ano Fotos: Leandro Augusto Hamester)

Na ocasião os líderes de núcleo elegeram componentes de chapa do Conselho Fiscal, cujo mandato será de um ano e a eleição, com renovação de dois terços dos integrantes, acontece na Assembleia Geral Ordinária. A advogada Renata Rosa e o integrante da comissão eleitoral Enio Brune detalharam o processo de escolha dos integrantes de composição da chapa do Conselho Fiscal, com orientações baseadas no estatuto. Na sequência a secretária executiva Rosemeri Krämer conduziu a leitura de ata de reunião anterior para apreciação e aprovação dos líderes de núcleo.

 

Projeções

 

Bayer apresentou perspectivas e projeções para o exercício de 2018, anunciando a realização de reuniões em comunidades do interior para apresentar o desempenho da Languiru, encontros esses que classificou como miniassembleias.

Entre as novidades, destacou a fase final de construção do Silo Secador de Grãos da Languiru junto à Fábrica de Rações, em Estrela. “Concluídas as obras, teremos um período de testes da estrutura para então disponibilizar o novo espaço para os nossos associados, sem que tenhamos que depender de terceiros”, adiantou. Nesse contexto, também enalteceu os resultados da implantação do Cartão Verde, em benefício de associados com o plantio de milho. “É mais um benefício ofertado pela Languiru, contribuindo para que possamos ampliar nossa inserção em outras regiões, como no Vale do Rio Pardo, por exemplo. É uma alternativa de associação para os produtores que deixaram a produção de leite, aves e suínos e, assim, não teriam mais acesso ao Cartão Azul de associado.”

Líderes de núcleo definiram integrantes de composição de chapa do Conselho Fiscal a ser apresentada na Assembleia Geral Ordinária de fevereiro

Quanto a futuros investimentos, o presidente ressaltou que os frigoríficos de aves e de suínos estão com a sua capacidade de abate completa. “Hoje, nossas plantas estão cheias. Não podemos parar, os associados e a cooperativa devem seguir evoluindo, por isso investimentos na atual infraestrutura, principalmente do Frigorífico de Aves, são necessários”, frisou, descartando, num primeiro momento, a possibilidade de construção de um novo abatedouro.

Outra alternativa para atender à demanda de produção refere-se à parceria com outras empresas, sobre o que Bayer citou a intercooperação com a coirmã Cosuel, de Encantado. “É uma aproximação que nos permitirá o melhor aproveitamento do parque industrial instalado, além da possibilidade da compra de insumos e de matéria-prima para nossas indústrias em conjunto, reduzindo custos. Dessa aproximação podem surgir boas oportunidades para o desenvolvimento do agronegócio, das cooperativas e dos associados”, explicou.

Quanto ao desempenho econômico e financeiro da Languiru no último exercício, cujos números serão apreciados pelos associados na AGO, o presidente destacou a importância da diversidade de negócios da cooperativa. “A expectativa é de que tenhamos um bom resultado em 2017, é o que indicam os números preliminares. A Languiru soube se defender diante das dificuldades impostas pelo cenário econômico e político nacional conturbado”, adiantou, enaltecendo o desempenho dos setores de suínos, aves e do varejo, apesar de lamentar as dificuldades do setor leiteiro, principalmente em função da importação de leite em pó de países como o Uruguai e a Argentina. “Estamos cientes das dificuldades enfrentadas pelos produtores de leite, que assim como a indústria do setor, passam por um período ruim”, disse.

Entre decisões que serão tomadas pelos associados na AGO de fevereiro, Bayer falou da correção do capital social dos associados e do pagamento da conta movimento, entre outros detalhes da Ordem do Dia para esse evento.

 

 

 

TEXTO – Leandro Augusto Hamester

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