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Leite – Fórum tecnológico discute cadeia produtiva

18/11/2019

O Auditório Itália da Prefeitura de Encantado esteve praticamente lotado para a 13ª edição do Fórum Tecnológico do Leite, evento com caráter itinerante realizado no dia 13 de novembro. Público superior a 400 pessoas, entre produtores rurais, técnicos, representantes de entidades ligadas ao setor e estudantes, acompanhou palestras, painéis e relatos de experiências relacionados à cadeia produtiva do leite.

Evento foi prestigiado por um grande número de autoridades, entre elas o gerente da Emater/RS, Geraldo Sandri (com o microfone) (Foto: Tiago Bald)

O presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, valorizou o Fórum por possibilitar o debate sobre uma das mais importantes cadeias produtivas do Estado. “E a nós gestores cabe levar as políticas públicas a cada canto do Rio Grande do Sul, auxiliando as famílias, instrumentalizando-as para o fortalecimento do setor primário”, disse.

 

Indicadores

 

Na ocasião, o veterinário da Emater/RS-Ascar, Martin Schmachtenberg, apresentou dados do relatório socioeconômico da cadeia produtiva do leite nos Vales do Taquari e Caí em 2019. Entre os números, destaque para a redução da quantidade de produtores de cerca de 6,6 mil para 5,6 mil (algo em torno de 15%) nos últimos dois anos. O mesmo ocorreu com o rebanho, que reduziu de em torno de 100 mil para 92 mil animais em lactação (8% de queda). Em contrapartida, a produtividade foi pouco afetada, de 393 milhões para 380 milhões de litros ao ano (redução de 3%).

Tradicional Concurso do Leite em Metro deu o “título” à agricultora Carla Weschenfelder, de Salvador do Sul (segunda a partir da esquerda)

Para Schmachtenberg, esses dados podem ser explicados pelo fato de que os que permanecem na atividade, tendem a investir nela, qualificando o manejo em todas as etapas, com aplicação de novas tecnologias, acesso a crédito rural e busca de aperfeiçoamento. Ainda assim, os números dão conta de que 57% dos bovinocultores produzem leite em pequena escala, tendo uma média diária máxima de 150 litros da matéria-prima na propriedade. A pesquisa buscou ouvir ainda dos produtores sobre seu vínculo à indústria, a respeito do tipo de alimentação oferecida ao rebanho, sobre o sistema de retirada do leite e em relação às dificuldades.

 

 

 

 

TEXTO – Tiago Bald e Leandro Augusto Hamester

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