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Intercooperação – Nutrição animal serve de modelo para coirmã

14/09/2017

O cooperativismo incentiva o trabalho conjunto, uma vez que a intercooperação vai ao encontro dos princípios do sistema. Foi com esse intuito que, no dia 13 de setembro, a Cotripal realizou visita à Fábrica de Rações da Cooperativa Languiru, em Estrela. A coirmã de Panambi esteve representada pelo vice-presidente Dair Pfeifer, pelo diretor-administrativo Elmo Kläsener, pelo gerente industrial Roque Andreola, pelo analista de custos Eduardo Beilfuss e pela zootecnista Marjana Waechter. O objetivo da visita foi conhecer tecnologias e metodologias empregadas na produção, assim como o sistema de comercialização das Rações Languiru.

 

Troca de informações

 

A comitiva foi recebida pelo vice-presidente da Cooperativa Languiru, Renato Kreimeier, pelo gerente de negócios da Fábrica de Rações, Joel Girardello, e pelo supervisor-administrativo da Fábrica de Rações, Pedro Mortari. A programação iniciou com exibição do vídeo institucional da Languiru e seguiu com troca de informações e visita à linha de produção.

Comitiva de Panambi visou a Fábrica de Rações da Languiru, em Estrela (Foto: Éderson Moisés Käfer)

Kreimeier observou que, durante a reestruturação, em 2002, a cooperativa concluiu que deveria promover uma maior integração com o fomento. A partir disso, começaram a ocorrer encontros semanais que reúnem as equipes técnicas da avicultura, suinocultura e produção de leite. Acrescentou que os encontros também são acompanhados por profissionais ligados às unidades industriais e às lojas agropecuárias da Languiru.

Girardello comentou que a Fábrica de Rações trabalha muito o conceito de gestão participativa, salientando que as taxas de rotatividade de colaboradores são baixas. Acrescentou que as reuniões semanais com o Departamento Técnico alinham estratégias e procuram superar eventuais dificuldades a campo. “Quanto mais você maximizar a produtividade, mais equilibrado vai ser o custo de produção. Temos que agir da porteira para dentro”, argumentou. Girardello reiterou que a matéria-prima da 1,5 mil tonelada de ração que é produzida diariamente vem, principalmente, da Região Centro-Oeste. “Temos um setor responsável por coletar amostras de matérias-primas como milho e farelo de soja, uma vez que primamos pela qualidade”, afirmou. “Precisamos construir um país melhor e evoluir como cidadãos. Essa troca de experiências é muito importante para consolidar isso”, complementou. Já Mortari explicou de que forma é distribuída a Área Comercial das Rações Languiru.

Em seguida, os integrantes da comitiva trocaram informações com setores específicos e visualizaram o processo de produção, desde a chegada da matéria-prima até a coleta de amostras, análise laboratorial, formulação de rações, produção e expedição.

 

 

 

TEXTO – Éderson Moisés Käfer e Leandro Augusto Hamester

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