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Integração – Criadores de leitões participam de reunião e visitação à Fábrica de Rações

14/10/2017

A troca de informações é essencial para o crescimento das corporações, uma vez que o procedimento favorece o aprimoramento de produtos e serviços. Reunir todos os envolvidos para o diálogo é uma prática eficiente e corriqueira nas organizações de sucesso. Não seria diferente no agronegócio, com iniciativas voltadas à gestão compartilhada, a exemplo do que ocorre na Cooperativa Languiru.

Associados conheceram diversos setores da unidade na visitação conduzida pelo gerente de negócios, Joel Girardello (Fotos: Éderson Moisés Käfer)

Nesse sentido, no dia 13 de outubro ocorreu encontro de criadores de leitões na Fábrica de Rações. Os associados da cooperativa foram recebidos na sala de reuniões da unidade localizada em Estrela. A programação iniciou com apresentação de dados técnicos e dialogo sobre condutas relacionadas ao manejo, à nutrição e à medicação de leitões. A direção da Languiru realizou apontamentos sobre benefícios que a unidade oferece aos associados e fez projeções sobre os rumos da cooperativa. A agenda finalizou com visitação à fábrica, ocasião em que os associados puderam acompanhar o recebimento da matéria-prima, a produção e o depósito das rações. Da mesma forma, visualizaram o andamento da construção do novo silo secador.

 

Análise de matérias-primas

 

Num primeiro momento, quem se pronunciou foram profissionais da Fábrica de Rações. As boas-vindas foram dadas pelo gerente Joel Girardello, que ressaltou a possibilidade da troca de informações, visando a melhoria de processos na integração de suínos. O supervisor de qualidade, Marcos Kipper da Silva, responsável pela elaboração das fórmulas de rações, compartilhou os métodos empregados no recebimento e seleção de matérias-primas. “Os critérios usados para definir a qualidade do milho remetem à umidade, à impureza, aos ardidos e à densidade”, explicou. Silva mostrou imagens dos processos de recebimento do milho e do farelo de soja, além de comentar índices de conversão e especificar características das micotoxinas. No debate sobre a produção de rações, quem também solucionou dúvidas dos proprietários de Unidades Produtoras de Leitões (UPLs) foi o engenheiro agrícola João Dresch.

A programação iniciou com apresentação técnica da fábrica e da integração de suínos

 

Panorama do Setor de Suínos

 

O coordenador do Setor de Suínos do Departamento Técnico, Beto Aurélio Markus, apresentou números relacionados à integração. Revelou que a cooperativa conta com 20 granjas de suínos que criam leitões, com média de 560 matrizes por criador/ano. “No primeiro semestre de 2017, a UPL de Linha Germano (Teutônia) apresentava 2,6 mil matrizes e a UPL Mundo Novo (Bom Retiro do Sul) 1,7 mil matrizes”, enumerou. Markus ainda esclareceu dúvidas sobre algumas doenças que afligem animais jovens. A apresentação também foi acompanhada pelo médico veterinário Elói Guilherme Hinnah e pelo técnico Ângelo Kaisekamp.

 

Resultado e foco

 

A direção da cooperativa deixou a sua mensagem antes do almoço e da visitação à fábrica. O presidente Dirceu Bayer reiterou que os associados podem depositar milho na fábrica e que a unidade produz mais de 90 fórmulas de rações. Lembrou que a cadeia produtiva da suinocultura inicia no criador de leitões, por isso a necessidade de disponibilizar apoio técnico visando a sustentabilidade e a eficiência das granjas. Reconheceu o esforço dos produtores que têm fornecido animais cada vez melhores para a integração. “Tivemos um ano difícil em 2016, porém, em nenhum momento, desassistimos os associados da cooperativa. Hoje, o Setor de Suínos vem dando um grande resultado para a Languiru”, afirmou.

Já o vice-presidente Renato Kreimeier enalteceu os índices da integração e destacou a qualidade da carne suína produzida pela Languiru. Classificou o quadro social como o maior “patrimônio” da cooperativa. “Temos que ter foco nos associados, na gestão e no resultado. Inclusive, estamos averiguando a possibilidade de vender cortes de carne suína para a China”, admitiu.

 

 

 

TEXTO – Éderson Moisés Käfer e Leandro Augusto Hamester

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